sexta-feira, 3 de maio de 2013

QUERO SER PROFESSOR- Brasil tem carência de 150 mil professores em ciências naturais

"Tornar mais atrativa a carreira do magistério no Brasil". Esse é o principal objetivo do Quero ser professor, novo programa do Ministério da Educação que pretende suprir uma carência de 150 mil professores de matemática, física, química e biologia e deverá ser lançado nos próximos dois meses, de acordo com o coordenador Mozart Neves Ramos. Antes do lançamento, porém, o MEC pretende ouvir o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), as universidades e as sociedades científicas.

 » Professores só receberão diploma em pós se melhorarem desempenho dos alunos Com nome ainda provisório - será analisado pela área de comunicação do MEC, o programa deverá funcionar em regime de colaboração envolvendo o MEC, as secretarias de Educação dos estados e as universidades com boa avaliação no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). É um programa para tentar melhorar o desempenho de alunos e professores nas disciplinas da área de ciências naturais, tanto no ensino médio quanto no superior. "São as matérias com maior déficit de professores no País. Estima-se que o déficit nessas matérias seja da ordem de 150 mil", afirma Mozart Neves, que também é conselheiro do Todos pela Educação.

 O Programa atuará em três eixos: criação de "clusters" de desenvolvimento de ensino, envolvendo professores e alunos das universidades e das redes estaduais de ensino (o foco); desenvolvimento de ações que visem a redução da evasão nos cursos de licenciaturas em química, física, matemática e biologia; certificação pós-graduanda de professores da rede de ensino e melhoria no plano de carreira, associado ao seu desempenho em sala de aula. Com relação à terceira frente do programa, os docentes só receberão o diploma da pós-graduação se houver a comprovação de que seus estudantes melhoraram, exigência inédita em programas federais de educação. "A ideia é que a certificação leve de fato a uma melhoria de desempenho do professor em sala de aula.

É preciso ir além da titulação, é preciso que ela chegue até a sala de aula, e assim espera-se que a própria universidade acompanhe e auxilie esse professor após suas atividades na universidade", explica o coordenador. Mozart acrescenta que , quanto à avaliação, "existem instrumentos de aferição, mas vamos discutir melhor com os demais atores sobre isso. Será um processo construído em regime de cooperação", conclui. PERFIL - Reitor da Universidade Federal de Pernambuco por oito anos (1996-1999 e 2000-2003) e secretário estadual de Educação entre 2003 e 2006, Mozart Neves Ramos divide a agenda entre o Recife, devido às aulas de graduação, mestrado e doutorado na área de química da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e São Paulo, onde realiza as atividades do Programa Todos pela Educação, do qual é conselheiro.

 Publicado em 02.05.2013, às 12h45



domingo, 28 de abril de 2013

A Secretaria Municipal de Educação de Rio das Ostras prepara 9ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE RIO DAS OSTRAS, prepara toda a Rede de Ensino privada e pública para o evento que marca a Educação no município: a 9ª Conferência Municipal de Educação. Observando e atendendo a Portaria do MEC-1410/2012, que dispõe sobre a II Conferência Nacional de Educação – II CONAE/2014, a Conferência Municipal de Educação é uma etapa que antecede a CONAE: CONFEREÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO.

A II CONAE deliberará sobre um conjunto de propostas que subsidiará a efetivação e a implementação do Plano Nacional de Educação em todo país nas diferentes esferas, inclusive dos municípios. Para tanto, será precedida por etapas que são consideradas preparatórias, por meio de fóruns e conferências municipais,intermunicipais, estaduais e do Distrito Federal,no ano de 2013.

 A 9ª Conferência Municipal de Educação de Rio das Ostras,terá como tema “O Plano Nacional de Educação e Articulação do Sistema Nacional de Educação: Participação Popular, Cooperação Federativa e Regime de Colaboração”. O objetivo principal deste relevante evento permeia o Documento de Referência da CONAE/2014 e a elaboração de propostas que subsidiarão a efetivação e a implementação do Plano Nacional de Educação, a fim de construir o Sistema Nacional de Educação. Está previsto para este mês de maio a instituição de uma Comissão Organizadora para coordenar os trabalhos da conferência.

 A participação popular, principalmente de educadores e outros profissionais de educação é a mola mestre para que a CONAE tenha a essência democrática de participação na construção do Plano Nacional de Educação. Por Solange Viana Postado por Solange Viana às 06:11 Por Solange Viana

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Prefeitura de Casimiro de Abreu constroi escolas de Ensino Fundamental



Todas as unidades de ensino do município serão climatizadas

Os investimentos em Casimiro de Abreu também seguem em ritmo acelerado no segundo mandato do prefeito Antônio Marcos. Por meio da Secretaria de Obras e Serviços Públicos, três escolas de Ensino Fundamental estão sendo construída: uma no distrito sede, Casimiro de Abreu, uma em Barra de São João, no bairro Palmital e a outra no distrito Professor Souza. Juntas, terão a capacidade para atender a aproximadamente 1,5 mil alunos, que já no próximo ano letivo contarão com as novas estruturas. Outra novidade é que as três unidades serão climatizadas, além das creches e das demais escolas municipais.
Na última quinta-feira, 18, o subsecretário de Obras, Fábio Kiffer e a secretária de Educação, Sônia Coelho, visitaram a construção que está sendo feita no bairro Jardim Aparecida, no distrito sede.  
Com 1.350 metros quadrados de área construída, a unidade conta com 10 salas de aula, secretaria, auditório com capacidade para 80 pessoas, sala de leitura, sala de professores, almoxarifado, banheiro para deficientes, área de serviço completa com cozinha, dispensa, depósito e refeitório. Um grande pátio coberto e área externa também completam a estrutura. Em grande parte do prédio serão usadas pastilhas para diminuir a manutenção com pintura. A obra cumpre todas as normas para acessibilidade e aprovação junto ao Corpo de Bombeiros.  
A dona de casa Márcia de Oliveira, moradora do bairro, tem três filhos em idade escolar. Ela ressalta que a escola do Jardim Aparecida é “o sonho de consumo das mães”. Por isso, já planeja matricular os estudantes na unidade a partir do próximo ano. Para Márcia, a obra valoriza ainda o bairro, trazendo mais beleza e infraestrutura.  
INVESTIMENTOS - O subsecretário de Obras e Serviços Públicos, Fábio Kiffer, explica que o projeto das novas escolas segue padrões de economicidade, tais como captação de água de chuva e aproveitamento da luz e ventilação naturais. De acordo com Kiffer, essa é a primeira vez que uma edificação está sendo feita exclusivamente como escola do município, pois todas as demais são casas que, ao longo dos anos, receberam reformas para serem adaptadas como unidades de ensino.
Em seu primeiro mandato, o prefeito Antônio Marcos construiu uma creche em Rio Dourado, onde 60 crianças são atendidas, e outra em Barra de São João, com 170 crianças beneficiadas. Em sua gestão também, todas as 22 unidades de ensino foram reformadas duas vezes.

Exposição reúne 35 fotografias tiradas por estudantes de Casimiro de Abreu


Todos os visitantes podem escolher e votar na sua imagem favorita até o dia 8 de maio

Já está aberta a exposição fotográfica “Um olhar sobre as águas de Casimiro de Abreu”, que reúne as 35 melhores fotografias tiradas por estudantes do município no concurso idealizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável em alusão ao Dia Mundial da Água.
A mostra fica até o dia 8 de maio em cinco pontos da cidade, das 9h às 17h: Estação Cultural Casa de Casimiro de Abreu, no distrito sede; na Escola Municipal Rosa Branca, na serra; na Biblioteca Municipal de Rio Dourado; no Centro de Referência da Assistência Social - CRAS, em Professor Souza; e no Museu Casa de Casimiro de Abreu, em Barra de São João.
Todos os visitantes podem escolher e votar na sua imagem favorita. Os votos são depositados numa urna disponibilizada em cada um dos locais da exposição e os vencedores serão anunciados no dia 22 de maio, Dia Mundial da Biodiversidade, quando acontece uma série de atividades na Praça Lúcio André, na sede do município. Os três primeiros serão premiados com um tablet, uma câmera fotográfica e um mp4, além de certificado de participação.
De acordo com diretor do Departamento de Meio Ambiente, Luizmar Mozer, depois que a exposição acabar, as imagens vão ficar nos prédios públicos do município. “Essas fotos também serão utilizadas para educação ambiental nas escolas”, informou Luizmar.
Publicado em 24/4/2013
  

Rede municipal lança 'Macaé contra o bullying'

A rede municipal de ensino iniciou o projeto “Macaé contra o Bullying”. A atividade começou no Colégio Municipal Coquinho, com 120 estudantes da turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA). A unidade, situada na Praia Campista, recebeu a palestra sobre bullying com a proposta de que os alunos fiquem mais conscientes sobre comportamentos indesejáveis na escola. A partir destas ações, a o ensino municipal vai elaborar um programa específico quanto às estratégias, intervenções e atividades de prevenção que podem ser executadas nas unidades municipais sobre o assunto.

A programação ministrada pela equipe da Subsecretaria de Educação na Saúde, Cultura, Esporte e Meio Ambiente contará com palestra, exibição de dois vídeos e distribuição de questionários de pesquisa sobre o bullying, com perguntas sobre se o aluno já sofreu intimidação, agressão ou assédio. O objetivo é realizar um mapeamento sobre bullying no ensino municipal e esclarecer a comunidade escolar.

Os dirigentes e orientadores pedagógicos interessados em receber ações do “Macaé contra o Bullying” podem agendar as atividades nas escolas, por meio de ligações de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h, para o número 2796-1769.

Entre as intenções da ação estão: minimizar atitudes agressivas e violentas, como brigas, ameaças e zombarias, comuns no ambiente escolar. O bullying é um termo novo utilizado para um problema antigo. A primeira pesquisa quanto ao assunto foi feita pelo pesquisador Dab Olweues, em 1978, na Noruega.

O Bullyng é um termo inglês, utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo do mesmo grupo, incapaz de defender-se. Algumas ações podem ser caracterizadas de bullying como colocar apelidos excessivos, isolar a pessoa, ofender, chutar e quebrar objetos.

Outra finalidade do “Macaé contra o Bullyng” é comprometer a comunidade escolar para que sejam agentes de construção da paz na escola. Já os professores terão a oportunidade de saber mais a espeito do tema, refletir, observar estudantes e atitudes e planejar atividades que propiciem melhores condições na sala de aula.

Currículo oficial reduz autonomia do professor, aponta pesquisa da USP em SÃO PAULO


A política educacional de unificação dos currículos escolares implantada pelo governo estadual paulista em 2008 foi analisada pelo geógrafo, pedagogo e coordenador pedagógico Edjailson Bezerra da Silvana na USP . A conclusão de sua dissertação de mestrado foi que a medida deixou o papel do professor em segundo plano.
O pesquisador ressalta que a homogeneização em nome da igualdade deoportunidades promove um maior controle do Estado sobre o trabalho do professor e desconsidera as especificidades locais de cada região que compõe a maior secretaria de educação do Brasil.
A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, em 2008, implementou nas escolas estaduais paulistas o currículo oficial. A proposta foi elaborada sem a participação dos professores da rede e sua primeira etapa consistia em uma recuperação como forma de uniformizar a base teórica dos alunos. Esta fase era completamente guiada por uma apostila em forma de jornal, que deveria ser aplicada pelos professores em 42 dias e, no final deste período, haveria uma prova unificada de avaliação. 
Silva foi informado de que "a escola que não fosse bem avaliada poderia ter complicações". Depois, apostilas para todas as séries e disciplinas foram enviadas às escolas, juntamente com um manual do professor, contendo respostas e roteiros de aulas.
A medida deu origem à dissertação "As reformas educacionais do Estado de São Paulo, 2008: repercussões na formação do aluno e do professor de geografia", defendida em 2012, na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas). Ele conta que buscou "conhecer mais profundamente esta política, suas dimensões, intenções, as repercussões para o ensino e, de forma mais próxima, o ensino da geografia enquanto disciplina preocupada com a formação de um cidadão crítico e transformador de sua realidade."
Silva analisou documentos oficiais da área da educação dos governos federal estadual, não apenas entrando em contato com eles, mas compreendendo e interpretando aspectos de sua elaboração. O geógrafo também aplicou questionários a professores de dez escolas públicas estaduais da Diretoria de Ensino Sul 3, da capital paulista. As respostas de 202 professores forneceram um diagnóstico de como os docentes de ensino básico se enxergavam após a implementação do currículo oficial. Quatro destes profissionais foram selecionados para cederem uma entrevista ao geógrafo.

Papel do professor

Depois de todas as etapas de análise da pesquisa, Silva concluiu que a instauração de um currículo único na rede estadual de ensino foi feita para desenvolver uma cultura de aprendizagem comum a todos os estudante.
Além disso, o geógrafo considera o ensino como uma ação intelectual, em que o professor precisa não apenas ter o domínio, mas, ser capaz de criar e recriar formas de viabilizar o processo de ensino e aprendizagem. Uma vez que o novo sistema negligencia as diferentes formações culturais e de condição de aprendizagem dos alunos, impondo a restrita aplicação de sequências teórica/exercícios de uma apostila pronta para todos, fixa o ritmo que a aula deve seguir, ao mesmo tempo em que determina o tempo que o aluno deve aprender.
Dessa forma, aquele que não acompanha é excluído do sistema de ensino. Assim, diz Silva "estamos diante da negação do ensino público" já que a secretaria "pressupõe entender melhor do que o professor, como este deve portar-se e quais as necessidades dos alunos", esclarece o geógrafo.

Sem autonomia

A conclusão geral da dissertação é que esta política educacional estabelecida pelo governo estadual paulista nega a autonomia dos professores, estabelece um ensino baseado nas avaliações realizadas pelo próprio Estado e forma um aluno sem iniciativa para questionar e criticar sua condição e realidade, uma vez que o material que lhe serve como base do processo de aprendizagem é a única "verdade" que lhe é oferecida.

Educação no campo - Ações e programas vão ser apresentados a 80 secretários municipais

A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação promove nesta quarta-feira, 24, e na quinta-feira25, encontro com 80 secretários municipais de Educação de diferentes pontos do Brasil nos quais haja escolas no campo. Parte desses gestores representa 63 municípios com pelo menos 100 escolas no campo.

O objetivo do encontro é apresentar ações e programas do MEC voltados para as escolas do campo. “Queremos formar um grupo de trabalho com esses gestores que administram redes com essas características”, salientou a secretária da Secadi, Macaé Evaristo. “Entendemos que elas têm especificidades e, por isso, precisamos trabalhar de forma mais próxima.” 

Segundo Macaé, muitos gestores estão assumindo as secretarias municipais de educação este ano. Portanto, é necessário estreitar o diálogo. “O MEC atua na educação básica dentro de um pacto federativo. É muito importante que os sistemas de ensino tenham total compreensão dos mecanismos que o MEC utiliza para apoio ao sistema de ensino”, pontuou. “Muitas vezes, esses são os municípios que têm mais dificuldade no acesso a políticas públicas.”

O Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo), lançado em 2011, tem modificado a realidade das regiões rurais, O país tem hoje 73.483 instituições de ensino municipais e estaduais no campo, das quais 1.856 quilombolas, 2.823 indígenas. As demais 68.804 são escolas rurais ou unidades em assentamentos. 
Escola pública em área rural: Ministério da Educação reúne secretários municipais de educação para apresentar programas e ações (foto: Washington Alves/MEC – 12/7/10)
Integral — Entre as iniciativas a serem apresentadas aos secretários nos dois dias de encontro estão a formação de professores no campo, a distribuição de computadores e a ampliação do número de escolas em tempo integral. O programa Mais Educação atingiu a meta de 10 mil escolas no campo. A educação em tempo integral contempla mais de 32 mil instituições de ensino da rede pública. A adesão das escolas pré-selecionadas pelo programa deve ser feita até 30 de abril pelo Sistema de Monitoramento Execução e Controle do MEC (Simec).

O Mais Educação foi instituído pela Portaria Interministerial nº 17, de 24 de abril de 2007, e regulamentado peloDecreto nº 7.083, de 27 de janeiro de 2010.

Para professores interessados em cursos de licenciatura, o Pronacampo lançará edital em breve. Estão previstas 43 turmas em 31 universidades federais. A meta é formar mais 4.865 professores no campo. 

Paula Filizola

Cursos de extensão ajudam educadores a inovar nas aulas

A professora Ana Valéria Lucas faz parte de um grupo de educadores que participa de curso de extensão promovido pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic). Com carga horária de 120 horas e duração de dois anos, o curso aborda conteúdos de língua portuguesa e de matemática. O grupo de professores atua nos três primeiros anos do ensino fundamental da rede pública de Uberaba, no Triângulo Mineiro.
A professora Ana Valéria participa de curso de extensão: “A busca pela qualificação profissional está cada vez mais presente na vida do professor” (foto: arquivo da EM Frei Eugênio)

“O pacto vai proporcionar um leque de ideias a serem trabalhadas em sala de aula, permitindo ao professor inovar nas aulas e incentivar os alunos a aprender a ler e a escrever com clareza”, diz Ana Valéria. Ela dá aulas a alunos de segundo ano na Escola Municipal Frei Eugênio, no mesmo município. Segundo a professora, as aulas contribuirão para aprimorar otrabalho, pois darão a ela a oportunidade de conhecer novas formas de alfabetização. “Unindo a teoria à prática em sala de aula, os alunos sairão ganhando, adquirindo novos conhecimentos”, destaca.

Professora há três anos, com formação em magistério, Ana Valéria sempre busca novos conhecimentos e diferentes estratégias para aplicar com os alunos. Ela já participou de congressos e cursos, como os oferecidos pelo Pró-Letramento – Mobilização pela Qualidade da Educação, programa de formação continuada de professores das séries iniciais do ensino fundamental (primeiro ao quinto ano) para melhoria da qualidade da aprendizagem da leitura, escrita e matemática.

“A busca pela qualificação profissional está cada vez mais presente na vida do professor”, enfatiza. “Buscando não só conhecimento, como também a realização pessoal, o professor trabalhará com mais disposição e dedicação e ainda desenvolverá seu trabalho de forma mais inovadora.”

Qualidade — Também em Uberaba, a professora Samara de Sousa Sena Costa, da Escola Municipal Professor José Geraldo Guimarães, é outra participante das aulas do pacto. Há 14 anos no magistério, frequentadora de cursos e congressos, ela considera essa participação imprescindível, não só pela capacitação e melhoria das atribuições profissionais, mas para oferecer, principalmente, ensino de qualidade aos estudantes.

Com formação em magistério, ela dá aulas a alunos do terceiro e do sétimo anos do ensino fundamental. Samara já participou de cursos oferecidos pelos programas nacionais de tecnologia educacional (ProInfo) e de incentivo à leitura (Proler) e também pelo Pró-Letramento.

De acordo com a professora, as aulas contribuíram para o desenvolvimento de seu trabalho. “Pude trocar sugestões e experiências com colegas e levar práticas proveitosas para a sala de aula”, avalia. Ela acredita que os cursos do pacto serão ainda mais úteis para o trabalho no dia a dia com os estudantes. 

Reforço — Na visão da diretora do Departamento de Formação Continuada da Secretaria de Educação e Cultura do município, Jane Luce Araújo, a prioridade na formação dos educadores dos anos iniciais do ensino fundamental reforçará a garantia dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento das crianças. Ela confia que assim será possível alcançar melhora significativa nos resultados das avaliações sistêmicas.

Compromisso conjunto assumido pelo governo federal, Distrito Federal, estados e municípios, o pacto tem o propósito de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do terceiro ano do ensino fundamental. 

Fátima Schenini

Saiba mais no Jornal do Professor

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Cláudio Mendonça analisa mudanças na Educação em Búzios


Secretário de Educação de Búzios, Cláudio Mendonça
“Se a escola não faz o seu papel, a cidade não tem sustentação”.
Aos 48 anos Cláudio Mendonça tem um currículo sólido com experiências marcantes no meio político, empresarial e financeiro. Gaúcho de Porto Alegre ele deixou o Sul aos 14 anos e, determinado, já desempenhou funções importantes em municípios como São Paulo, Resende, Niterói e Rio de Janeiro.

Entre inúmeros cargos e funções já exercidas por ele estão o de Chefe de Gabinete Parlamentar na Assembléia Nacional Constituinte; Secretário Municipal de Fazenda e Administração de Resende; Secretário de Estado e Presidente do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro; Presidente do Instituto Brasileiro de Educação e Políticas Públicas – IBEPP; Presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Rio de Janeiro – FAETEC; Consultor do Banco Mundial; Secretário de Estado de Educação do Rio de Janeiro; e secretário de Educação de Niterói. Escreveu os livros “Solidariedade do Conhecimento” e “Você Pode Fazer a Reforma Educacional No País, Na Escola, Na Família”.

Mas a despeito deste currículo, por conta de alguns processos na Justiça obtidos ao longo do percurso, seu nome foi o mais criticado entre as escolhas do prefeito André Granado na composição do novo governo do município. O búziosrjnews procurou o secretário Cláudio Mendonça para um balanço desses quatro primeiros meses dele à frente da Educação na península. As novidades introduzidas por ele no setor já estão dando resultado? Foi o que buscamos saber dele, passada a trepidação de sua turbulenta chegada.

Tendo como subsecretária Deisemar Gonçalves, ele conta com uma equipe de mais de 20 pessoas em sua secretaria, onde o clima de trabalho é frenético, não pára. A assessora de comunicação Patrícia Vital confessou-nos nunca ter trabalhado com alguém tão determinado e empolgado com o que faz: “Ele respira Educação 24 horas por dia” – disse ela, acrescentando que isso exige “o pique de todo o pessoal da equipe para conseguir acompanhá-lo”.

“Não se faz uma reforma da noite para o dia”

Paula Maciel – O seu nome foi um dos mais criticados na composição do novo governo de Búzios. Como o Senhor conseguiu lidar com a rejeição?
Cláudio Mendonça – Não tive problema de rejeição, pois do contrário teria procurado auxílio psicológico. O que aconteceu foi uma rejeição natural à nossa proposta ambiciosa de reforma de um sistema. Toda mudança séria implica em tirar da zona de conforto quem tinha privilégios. Isso contrariou uma série de interesses, o que aliado à frustração natural devido à viuvez política dos que deixaram o governo, é compreensível que tenha havido críticas. Nós não mudamos de opinião e fizemos alianças naturais com pessoas que assumiram atitudes independentes com relação ao processo político, o que incomoda. Além disso, nossa equipe provou ser de uma força diamantina... O diamante é duro, coeso, resistente a abalos e momentos críticos...

PM – O Sr. já se sente mais confortável no cargo?
Cláudio Mendonça – Se você considerar que uma parcela das críticas é necessária e outras deixam transparecer objetivos sórdidos inconfessáveis, traz certo conforto ser atacado por pessoas que têm práticas políticas antigas...

PM – O Sr. mudou algumas coisas logo de imediato que não agradaram, como a contratação de professores, a mudança dos diretores de escolas. Foi a coisa certa a fazer?

Cláudio Mendonça – Nós fizemos mudanças importantes. A primeira foi cultural, introduzindo o sistema de mérito ao cargo público de natureza técnica. Os diretores, por exemplo, que eram indicados por aspectos subjetivos, foram submetidos a uma banca, tendo que responder, inclusive, a questões sobre uma situação crítica na escola. Exemplo: um grupo de pais, cujos filhos, hipoteticamente, estariam sofrendo bulling. Como eles reagiriam para resolver a situação? Os diretores tiveram 30 minutos para preparar algo e trazer uma solução. Foi uma escolha impessoal, onde a análise do currículo e ainda a elaboração de um Plano de Gestão, como esse aqui em nossa mão, nos dá a garantia que eles podem assumir a escola.

PM  E quantas escolas já têm esse Plano de Gestão? 

Cláudio Mendonça – A Emígdio, a Lydia Shermam e a José Bento Ribeiro Dantas já estão adiantadas... Eles trazem o Plano de Gestão deles, na qualidade de secretário analiso e faço as críticas técnicas necessárias (não pessoais), então eles voltam a rebater com o grupo para ajustes na escola o que eu analisei, a gente corrige, e só então se fecha o processo para pôr o plano em ação.

PM  As escolas com isso terão autonomia para trabalhar como quiserem? 

Cláudio Mendonça – A ideia é essa. Mas as regras têm que ser cumpridas. Vamos assinar um “Termo de Compromisso” com as escolas porque elas precisam cumprir metas de qualidade. Isso vai ser bom para todo mundo. Inclusive, está para ser aprovado pela Câmara, um projeto de lei que prevê o repasse de verba escolar direto para as escolas. Se os vereadores entenderem a importância disso...

PM  Quer dizer que as diretoras manusearão os recursos, de acordo como acharem conveniente? 

Cláudio Mendonça – É necessário que seja assim. A escola é um organismo extremamente frágil. E às vezes um simples problema como uma privada quebrada, um cano partido que precisa ser trocado, um esgoto que precisa ser desentupido, pode fechar uma escola. A burocracia atrapalha. Se a escola tem quatro merendeiras e duas não vão, não tem como duas apenas prepararem 600 refeições a seu turno. Sem merenda não tem aula. É muito sério uma escola parar por qualquer motivo, por depender do órgão central para mandar fazer o serviço. Assim, quando tiver um problema, elas próprias vão poder dar soluções rápidas.

PM  O Sr. decidiu contratar professores formados pelo Colégio Municipal Paulo Freire para atuarem como auxiliares, um em cada sala de aula. Isso não vai onerar a folha de pagamento da prefeitura? 

Cláudio Mendonça – É bom que alguém me pergunte sobre essa questão de custo. Quando a gente tem uma taxa de repetência e evasão alta, em torno de 20%, significa que o sistema tem 20% de fracasso escolar, e que a cada cinco alunos perdemos um. Quanto mais os alunos se tornam repetentes ao invés de ficarem melhores, eles pioram, e acabam abandonando a escola. A senhora trabalha e boa parte do seu salário vai para o governo em impostos, que deve retornar isso para a educação, mas o que está sendo gerada no país é uma formação de má qualidade, com muitos jovens que não sabem assinar um bilhete e nem fazer as quatro operações; e advogados com uma escrita péssima. É essa gente que vai gerar a economia do país que a gente vai viver. Isso é desperdício de recursos. O “custo” é ter uma criança sem saber ler, nem falar direito a própria lingua; custa muito é não se colocar um professor a mais em sala de aula para se conseguir com isso elevar o padrão do ensino; custa é não fazer o melhor, e sai mais caro é a gente ficar estagnado...

PM – Já que eu estou “pagando”... Como vai funcionar o esquema de Residência Pedagógica?
Cláudio Mendonça – Búzios é um dos poucos municípios que tem uma Escola de Formação de Professores própria, no caso, a Paulo Freire. Achei isso muito legal. Nos outros é o governo do Estado que qualifica os professores. Com esse projeto de Residência Pedagógica, ao mesmo tempo em que estaremos treinando o professor, que vai participar do dia a dia da sala de aula, aprendendo com o titular, vamos poder monitorar os alunos do Paulo Freire. Vai ser possível descobrirmos as carências do processo formativo. Com isso queremos ir aperfeiçoando, até termos uma escola de excelência na formação de nossos professores... Os residentes irão atuar em 42 turmas de alfabetização, de 1ª. a 3ª. Séries. Dezessete já se apresentaram e já estão, inclusive, na ativa.

PM  Quais transformações, poderíamos dizer, que o novo governo já conseguiu de fato? 

Cláudio Mendonça – Educação é um processo lento e não se muda as coisas da noite para o dia. Estamos na fase final de transformar a escola Maria Rita, na Rasa, numa creche para 120 crianças. Já temos três creches com 300 crianças. Ou seja, aumentou em 40% o número de vagas em 90 dias de governo. Estamos com obras na nova escola de Educação Infantil no (INEFI), que atenderá crianças na faixa de 4-5 anos (Pré I e Pré II), gerando mais 120 vagas, isto é, 20% a mais. E abrimos lá também a escola de Ensino Médio noturno, com habilidades profissionalizantes com 72 alunos, caminhando já para a 4ª turma, totalizando 180 alunos atendidos.



PM – O subsecretário estadual de Educação, Antonio Neto, durante o 3º Encontro de Prefeitos, declarou que Búzios iria passar por uma avaliação de ensino do governo do Estado. O que isso vai acrescentar de fato?
Cláudio Mendonça – A prova diagnóstica de todos os alunos do 5º e 9º anos, séries finais do ensino fundamental, aconteceu no dia 16 de abril nas duas disciplinas básicas, Português e Matemática. Não é uma prova tradicional, mas um exame que mede menos a memória e mais a habilidade, a capacidade de raciocínio e interpretação do aluno. Vários países usam isso, o sistema da Teoria da Resposta ao Item, em que se comparam com uma mesma prova pessoas de níveis de conhecimento diferentes, calibrando pontos de acordo com itens respondidos. O resultado do Sarejinho vai sair dia 02 de maio, e com isso a gente vai ter uma radiografia da Educação em Búzios...

PM – Que outros projetos já foram desenvolvidos? 

Cláudio Mendonça – Estamos implantando um laboratório de ciências na Escola Nicomedes Vieira, porque temos para lá um projeto de Aceleração do Aprendizado. Ali tem um histórico de distorção grande, porque a maioria dos alunos é madura,enfim, precisamos mudar a abordagem deles e para isso estamos qualificando os professores de lá. Pretendemos implantar laboratórios de ciências em todas as escolas de 6º. a 9º anos (5ª a 8ª. Série), e vamos iniciar um Programa de Iniciação Científica na rede. Outra novidade é o Projeto de Monitoria, que estamos lançando, com 260 alunos indicados pelos professores. São lideranças positivas que irão apoiar nas atividades em sala e no reforço escolar da turma. Os nomes indicados vão sair em edital, e de acordo com as atividades desenvolvidas, eles vão ganhar prêmios como incentivo tipo passeios, ida ao cinema, etc. Fizemos um trabalho de acuidade visual dos alunos de 1º ao 3º ano, que é o Projeto de Olho no Futuro, cuja segunda fase acontece nos dias 25 a 27 de abril; e estamos investindo no ensino universitário. Reformamos dois ônibus para o transporte dos alunos que estudam em outro município, e o Prefeito já liberou a vinda de um terceiro. Por decisão da própria Comissão Universitária, os alunos que optarem pela ajuda da bolsa, não terão direito ao ônibus e vice e versa, mas este caso está sendo revisto para um atendimento mais amplo aos alunos.

PM – Algum recado para a população? 

Cláudio Mendonça - Estamos apostando no trinômio: autonomia escola; autoria docente (o professor ser o protagonista da Educação); e tecnologia educacional para fazer a reforma. As críticas são bem vindas. E as pessoas que não tiverem filhos na escola também têm o direito de cobrar os resultados. Se a escola não faz o seu papel, a cidade não tem sustentação. Se quisermos mudar a história, temos que mudar a base da nossa economia. Só soja, café e laranja não dão mais. Precisamos de um sistema eficiente de educação e todos são importantes para o desenvolvimento do país.

Fotos : Paula Maciel /Patrícia Vital

Fonte: Macaé News (www.macaenews.com.br)
Foto: Patrícia Vital

Professores da Femass prevêem greve por falta de pagamento

 

Imagina ficar quatro meses sem receber o salário? Cobranças, planos frustrados e falta de autoestima. Essas são algumas consequências de tal transtorno. É o que vem passando os professores da Faculdade Professor Miguel Ângelo da Silva Santos, FEMASS, de Macaé.

Depois de denúncias feitas por alunos, que preferem não se identificar, apontam o descaso do atual governo com a instituição, pois os professores estão desde o inicio do letivo sem receber. A classe já prevê uma paralisação em massa.

A equipe de reportagem do Macaé News entrou em contato com a prefeitura, que por nota, garantiu que a situação será normalizada. “Houve sim atraso nos pagamentos tendo em vista a realização de auditorias que estavam sendo realizadas na concessão de bolsas do corpo discente. A situação está sendo normalizada e ainda esta semana todos os pagamentos pendentes serão efetuados”, informou a prefeitura.

Fonte: Macaé News (www.macaenews.com.br) 

Escola de Ensino Médio esteve na pauta de debate entre o Prefeito de Rio das Ostras e o Deputado Hugo Leal

Sabino e deputado Hugo Leal debatem melhorias para Rio das Ostras 

Autoridades se reuniram nesta quinta-feira, 18, no gabinete do prefeito. A implantação de uma escola de ensino médio na cidade e a duplicação da RJ 162 estavam na pauta do encontro. 

Discutir o panorama da defesa dos royalties em Brasília  e o PAC 2 - Programa de Aceleração do Crescimento criado pelo Governo Federal para estimular a realização de obras de infraestrutura em parceria com o município foram alguns dos objetivos  da  reunião de trabalho realizada na tarde desta quinta-feira, dia 18, entre o prefeito Sabino e o deputado federal Hugo Leal.

Durante o encontro, o prefeito Sabino também apresentou ao parlamentar algumas reivindicações da população riostrense, como a implantação de uma escola de ensino médio e a recuperação da Rodovia RJ 162. “A demanda pelo ensino médio aumentou acompanhando o desenvolvimento de Rio das Ostras. E a recuperação da Rodovia servirá como um instrumento de fortalecimento da economia local, especialmente para as atividades turísticas”, disse Sabino.


“A implantação de uma escola de ensino médio é fundamental para o desenvolvimento de Rio das Ostras. Saio daqui hoje com a missão de consolidar essa implantação pelo Governo do Estado buscando, se necessário, uma parceria com o Governo Federal através do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE”, disse o parlamentar, lembrando ainda a recuperação da Rodovia RJ 162. “Temos que solicitar ao Governo do Estado a realização desse projeto, que já existe. Já conseguimos a duplicação da BR 101 e agora nossa luta será concretizar com o Governador, com a secretaria de Obras e com o Departamento de Estradas e Rodagem (DER), essa recuperação”, enfatizou.

Também participaram da reunião, o secretário do Ambiente Sustentabilidade, Agricultura e Pesca Fidelis Rangel e o chefe de gabinete do parlamentar, Ronaldo Selli.

Fonte: Macaé News (www.macaenews.com.br)
Foto: Assessoria

Fundação Cederj oferece mais de 6 mil vagas em instituições públicas


São 13 cursos a distância em universidades federais e estaduais, como a Uerj

A Fundação Cederj e a Universidade Aberta do Brasil oferecem 6.328 vagas para jovens interessados em 13 cursos gratuitos a distância em instituições de Ensino Superior que integram o consórcio da fundação, vinculada à Secretaria de Ciência e Tecnologia: Cefet, Uenf, Uerj, Uff, Ufrj, Uffrj e UniRio.
As inscrições são feitas somente pela internet, na página www.vestibular.cederj.edu.br, até o dia 12 de maio. O valor da taxa é R$ 55. No ato da inscrição, será necessário escolher o polo de ensino e o curso. A distribuição das vagas pelos 32 polos existentes em todas as regiões do Estado do Rio, que representam as universidades, pode ser consultada no site www.cederj.edu.br.
Os candidatos têm a opção de escolher entre os seguintes cursos: Administração (659 vagas); Administração Pública (437); licenciaturas em Ciências Biológicas (871), Física (385), Geografia (240), História (250), Letras (300), Matemática (790), Pedagogia (786), Química (276), Turismo (285); Tecnologia em Sistemas de Computação (799) e Tecnologia em Gestão de Turismo (250). A prova do Vestibular Cederj acontece no dia 8 de junho e os aprovados iniciarão a graduação no segundo semestre letivo.

Por meio do modelo semipresencial de ensino, o Cederj proporciona ao aluno um Ambiente Virtual de Aprendizagem (pela internet) e disponibiliza tutores para apoio direto em relação ao conteúdo das matérias, incentivando a participação nas atividades propostas e orientando para a metodologia da educação a distância (EAD), com ênfase na necessidade de se adquirir autonomia na aprendizagem. Além disso, o estudante recebe todo material didático do curso gratuitamente e realiza avaliações presenciais em datas e horários pré-determinados. Dúvidas também podem ser tiradas por telefone (0800) ou pela internet.
O Consórcio Cederj conta com mais de 30 mil alunos matriculados nos cursos universitários a distância e disponibiliza 32 polos regionais, localizados em Angra dos Reis, Barra do Piraí, Belford Roxo, Bom Jesus do Itabapoana, Campo Grande, Cantagalo, Duque de Caxias, Itaguaí, Itaocara, Itaperuna, Macaé, Magé, Miguel Pereira, Natividade, Niterói,Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Paracambi, Petrópolis, Piraí, Resende, Rio Bonito, Rio das Flores, Rocinha, Santa Maria Madalena, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana, São Gonçalo, São Pedro da Aldeia, Saquarema, Três Rios e Volta Redonda.

Fonte: Macaé News (www.macaenews.com.br) 

Macaé - Abertas as inscrições para o segundo encontro “Saúde, Mídia e Informação”


Com o objetivo de discutir os desafios encontrados para a formação de profissionais multiplicadores de conhecimento científico acessível a todos, será realizado nos dias sete e oito de maio o segundo encontro “Saúde, Mídia e Informação”. Os interessados em participar terão até terça-feira (30) para realizar as inscrições pelo sitehttp://updatesaude.wordpress.com/2013/03/25/saude-midia-e-informacao-2013/.
Durante o evento, serão realizadas palestras, mesas redondas, sessões científicas, minicursos, e oficinas culturais. O público será formado por profissionais e estudantes das áreas de saúde, comunicação, educação, entre outras.
Com a temática “Divulgação Científica e Formação Profissional: caminhos e conexões”, os debates deverão centrar na formação de multiplicadores de conhecimento científico, com linguagem de fácil compreensão.
A ideia é aproximar as universidades, os profissionais que atuam na assistência e gestão dessas áreas e discutir a qualidade dos serviços prestados no Sistema Único de Saúde.
Como parte do evento, já foi feita análise de trabalhos, como relatos de experiências ou artigos científicos sobre os temas correlatos.
Mais informações podem ser obtidas das 8 às 17 horas na Cidade Universitária ou pelo email construindopontes@macae.ufrj.br.
A atividade é uma realização do Projeto Extensão Universitária “Construindo Pontes entre a Evidência Científica e a Gestão em Saúde - UFRJ Macaé" e tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Fonte: Macaé News (www.macaenews.com.br) 

Semana Indígena atrai dezenas de pessoas em Rio das Ostras


Atividades aconteceram no Parque dos Pássaros, em Rio das Ostras

A Semana Indígena, que aconteceu entre 15 e 19 de abril, promovida pela Secretaria do Ambiente, Sustentabilidade, Agricultura e Pesca de Rio das Ostras, foi marcada por uma série de palestras e atividades voltadas para alunos do município. A programação foi concentrada no Parque dos Pássaros e contou com a participação de cerca de 280 estudantes. Eles participaram de caminhadas ecológicas, dinâmicas de grupo, jogos e brincadeiras.
Ao longo da semana, o diretor do Museu Arqueológico Sambaqui da Tarioba, Jorge Pinheiro, falou sobre “A Pré-história da Antiga Terra de Leripe e seus Primeiros Habitantes”. No dia 19, Dia do Índio, o engenheiro agrônomo Márcio Piratello relatou sua experiência convivendo com índios Gaviões, no ano de 2004, quando era representante do Governo Federal, na localidade de Marabá, no Pará. No mesmo dia, alunos do ensino médio de uma escola particular foram pintados com temática indígena.
A Semana Indígena teve apoio da Secretaria Municipal de Educação, da Fundação Rio das Ostras de Cultura, e do Projeto Leitura Viva, coordenado pela professora Adriana Izidoro. “Foi uma oportunidade de contar mais sobre a história do município e de seus primeiros habitantes, com palestras e audiovisuais”, comentou o chefe da Divisão de Capacitação e Educação Ambiental da Secretaria do Ambiente, Tatá Costa.

Fonte: Macaé News (www.macaenews.com.br)
Foto: Mauricio Rocha

Encontro orientou sobre a organização de arquivos nas escolas de Rio das Ostras


Com o objetivo de alinhar os procedimentos de escrituração e organização dos arquivos das unidades escolares, a Secretaria de Educação de Rio das Ostras realizou o I Encontro de Supervisão Escolar – Setores de Legislação, Normas e Estatística.
O evento realizado no auditório da Escola Municipal Maria Teixeira de Paula, no Jardim Campomar, reuniu 81 servidores, entre supervisores, secretários escolares, agentes e auxiliares administrativos. O encontro foi organizado pela Coordenadoria Técnica Pedagógica, por meio do Departamento de Funcionamento e Regularidade Escolar.
FONTE:
Departamento de Jornalismo
Secretaria de Comunicação Social