sábado, 16 de fevereiro de 2013

Matemática - Escolas podem fazer inscrição na olimpíada a partir de segunda

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) abre a nona edição na segunda-feira, 18, com o lançamento da página da competição na internet e a abertura das inscrições das escolas. O prazo vai até 5 de abril.


Qualquer escola pública pode inscrever os alunos na Obmep, de acordo com os níveis:

• Nível 1 – Estudantes do sexto e do sétimo anos do ensino fundamental

• Nível 2 – Estudantes do oitavo e do nono anos do ensino fundamental

• Nível 3 – Estudantes das três séries (anos) do ensino médio

A Olimpíada é realizada em duas fases. A primeira, na própria escola, terá as provas aplicadas em 4 de junho. Os estudantes com melhor desempenho estarão classificados para a segunda fase, que terá provas em 14 de setembro.


A nona edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas distribuirá 500 medalhas de ouro, 900 de prata e 4,6 mil de bronze. Cerca de 46 mil estudantes receberão menção honrosa.


Os medalhistas terão o direito de participar, no ano seguinte, do Programa de Iniciação Científica, desenvolvido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). No ano passado, mais 19 milhões de estudantes, de 46.728 escolas públicas, participaram da competição.
As inscrições devem ser feitas na página da Obmep na internet.

Diego Rocha-MEC

Formação de técnicos vai ajudar a fortalecer conselhos escolares

A partir deste mês, o Ministério da Educação vai capacitar mais de 1,8 mil técnicos das secretarias estaduais e municipais de Educação por meio de cursos de extensão a distância de formação continuada em conselhos escolares. As atividades serão ministradas nas universidades federais do Ceará (UFC), de São Carlos (UFSCar), de Santa Catarina (UFSC) e Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).


A UFSCar ofertará o curso em São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Paraná. A UFC, no Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Ceará, Maranhão e Mato Grosso do Sul. A UFSC e a UFRRJ só atuarão no estado de origem. Outras instituições federais devem aderir ao programa no segundo semestre deste ano.



Realizado anualmente desde 2005, o curso de formação continuada em conselhos escolares já capacitou 25 mil técnicos das secretarias de Educação em todo o país. Ao fim das atividades de preparação, os profissionais ficam responsáveis pela implantação e fortalecimento dos conselhos escolares em escolas da rede pública. Aos conselhos escolares cabe reforçar o projeto político-pedagógico da escola, além de estimular a participação de toda a comunidade.



O curso foi idealizado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC como parte das atividades do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares. Com o objetivo de contribuir com os sistemas de ensino, o programa, desde 2004, desenvolve ações para ampliar a participação das comunidades escolar e local na gestão administrativa, financeira e pedagógica das escolas públicas, bem como instituir, em regime de colaboração com os sistemas de ensino, políticas de implantação e fortalecimento de conselhos escolares.



Mais informações na página do programa na internet e no endereço eletrônico conselhoescolar@mec.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .




Assessoria de Comunicação Social-MEC

Inscrição de professor em curso presencial vai até 18 de março

Professores da educação básica em exercício na rede pública podem concorrer a vagas em cursos presenciais de licenciatura do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor). As pré-inscrições estão abertas e devem ser feitas até 18 de março próximo.


Mais de 92 instituições de educação superior parceiras da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) oferecem cerca de 34 mil vagas gratuitas de formação inicial em 20 unidades da Federação.



Os professores interessados em participar dos cursos precisam estar cadastrados na base de dados do Educacenso, na função Docente ou Tradutor intérprete de libras. Os dados referem-se a informações atualizadas em 2012. O êxito do processo depende do apoio e da participação das secretarias estaduais e municipais de educação. As pré-inscrições devem ser validadas pela internet, na Plataforma Freire, pela secretaria à qual o professor estiver vinculado no período de 19 de março a 15 de abril de 2013.

A pré-inscrição e a validação eletrônica, no entanto, não garantem a matrícula do professor. A efetivação da matrícula depende de aprovação em processo seletivo definido pela instituição de ensino e do atendimento às regras do programa para a formação das turmas.


Estão matriculados no Parfor cerca de 52 mil professores, em cursos presenciais. A meta para 2014 é formar 70 mil docentes, tanto na modalidade presencial quanto a distância. Na presencial, o programa oferece turmas especiais em cursos de licenciatura:

• Para professores que atuam na rede pública da educação básica e não têm formação superior

• Para professores que têm a formação superior, mas pretendem fazer o curso na disciplina em que atuam em sala de aula

• Para professores em exercício há pelo menos três anos na rede pública que já tenham uma graduação e pretendam obter uma segunda licenciatura em área distinta da formação inicial

• Para docentes graduados não licenciados que se encontram em exercício na rede pública da educação básica e buscam a formação pedagógica

DETALHE:
Na modalidade a distância - aguardar abertura das pré-inscrições.
O calendário para 2013 já está disponível. Fique atento aos seguinte prazos:
  • Período de pré-inscrição na Plataforma Freire - 11/02/2013 a 18/03/2013;
  • Período de validação das inscrições pelas Secretarias de Educação estaduais e municipais - 19/03/2013 a 15/04/2013;
  • Período de seleção dos alunos pelas IES - 17/04/2013 a 17/05/2013;
  • Período de matrícula - 20/05/2013 a 21/06/2013.

Lembre-se que:

  • Você somente pode se pré-inscrever em apenas um curso;
  • Não é permitido pré-inscrição de alunos que tenham matrícula ativa (cursando ou trancada) no âmbito do Parfor, na modalidade presencial;
  • A pré-inscrição não garante sua matrícula. Fique atento ao processo seletivo e aos requisitos acadêmicos para a efetivação da matrícula na Instituição de Educação Superior na qual você se pré-inscreveu;
  • Verificar se todos os itens obrigatórios do cadastro foram informados.

Sucesso!


Para saber os dados da oferta para 2013 e fazer as pré-inscrições basta consultar a Plataforma Freire. Mais informações pelo telefone 0800-616161, opção 7, e na página da Capes (Fale Conosco) na internet.




Assessoria de Comunicação Social-MEC



Alfabetizadores da rede pública terão formação para melhor preparar aulas de 1º a 3º anos

A partir de março professores alfabetizadores da rede pública de ensino receberão a formação de orientadores de estudos para melhor prepararem as aulas das crianças de 1º a 3º anos do ensino fundamental. A ação é parte do Pnaic (Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa). Os orientadores já receberam ou ainda receberão até o início de março aulas de capacitação ministradas em 40 universidades públicas brasileiras. Para ajudar na formação e nas aulas, um material especial foi desenvolvido pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) com colaboração de 11 instituições de ensino superior.
 
O Pacto traz algumas novidades como os jogos inclusivos, que ainda estão sendo desenvolvidos pela UFPE, mas Ana Cláudia adianta que facilitarão o acesso e poderão ser usados por crianças com ou sem deficiência. "Um exemplo são letras que podem ser embaralhadas. A criança tem que descobrir que palavra elas formam. Para a criança cega há a representação em braille da letra no próprio brinquedo", diz a coordenadora adjunta.
Os jogos facilitam também na capacitação dos professores. A coordenadora-geral do Pnaic na UnB (Universidade de Brasília), Leila Chalub, conta que duranta a capacitação do Pró-Letramento, muitos professores começaram a entender a matemática por meio de jogos. "Quando os professores viam ali as frações concretas na frente deles entendiam muito melhor".

Avaliação permanente

Para acompanhar o desenvolvimento das crianças, o curso de formação continuada dos professores alfabetizadores prevê, na unidade 1, o planejamento de estratégias de avaliação permanente do desenvolvimento dos estudantes a ser definido pelos próprios professores. Com base no que for observado, os professores poderão, com a ajuda dos orientadores, planejar tarefas para favorecer a aprendizagem.
No início e no final do 2º ano, será aplicada a Provinha Brasil, para verificar os domínios de escrita e leitura. A provinha será aplicada também pelos professores.
Ao final do 3º ano haverá uma avaliação externa para checar todo o processo de aprendizagem do aluno. Essa avaliação será aplicada pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). "A avaliação vem para dar um direcionamento ao professor. Com base na Provinha Brasil e na avaliação final ele vai poder também elaborar as próprias questões e estimular o raciocínio das crianças", afirma a coordenadora de Projetos do Centro de Formação Continuada de Professores em Alfabetização e Linguagem da UnB, Paola Aragão.
Perguntada se poderia haver uma formação voltada para as provas e não para o aprendizado em si, Leila Chalub diz: "quem trabalha na área, quem tem uma formação ética, tem um compromisso com o ensino. Mas claro que acontece, se pensarmos que não, seremos ingênuos".
Como exemplo ela cita o fato de ter conhecido uma estudante que disse que resolvia as provas do final para o começo, pois os professores já estavam cansados e começavam a dar as respostas das primeiras questões. "Ela aprendeu a fazer prova. Pode-se tentar de todas as formas, mas toda avaliação tem vícios que são inevitáveis".
"O material trata da alfabetização de forma que ela se complete em três anos. Não é só uma alfabetização que a criança aprenda a ler palavras. Tem que produzir textos e ler com autonomia", explica a coordenadora adjunta do programa na UFPE, Ana Cláudia Pessoa. Segundo ela, o material não propõe um método a ser seguido em sala de aula, mas uma reflexão a ser feita sobre a função social de ler e escrever.

Pedagogia do cotidiano

Um dos textos do material de formação dos professores é sobre a apropriação do sistema de escrita alfabética pelas crianças. Os autores indagam no título: que caminhos percorrer? E logo respondem: "Para que o processo de alfabetização das crianças contribua com o fortalecimento das identidades coletivas e diversos saberes dos povos do campo é preciso que o mesmo se dê de forma estreitamente articulada com as comunidades ali existentes, ampliando e valorizando os conhecimentos e vínculos das crianças com a realidade em que vivem".
Ao todo são oito cadernos para formação dos professores e mais oito unidades voltadas para cada um dos três anos do ciclo de alfabetização. A formação também inclui conteúdos voltados para a educação multisseriada, muito presente nas escolas rurais, onde na mesma sala existem alunos de diferentes níveis.
Para acompanhar o material teórico, os professores já têm disponíveis em sala de aula o chamado Kit de Alfabetização e Linguagem, disponibilizado em 2005 com o programa governamental Pró-Letramento - Mobilização pela Qualidade da Educação, que tem como objetivo a formação de professores para o ensino do português e da matemática até o 5º ano do Ensino Fundamental e cujos preceitos e experiências serviram de subsídio para o Pnaic.

Fonte : Mariana Tokarnia
Da Agência Brasil, em Brasília

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Secretária de Educação do Rio lança acervo de livros para Professores

A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO do município do Rio de Janeiro, fez chamada pública às editoras com a finalidade  de fazer composição de acervos pessoais de livros de literatura para distribuir aos Professores,
os Agentes Auxiliares de Creche e os Bibliotecários da Rede Pública Municipal
de Ensino, como forma de ampliar seu repertório de leitura, em consonância
com as ações do Programa Rio, Uma Cidade de Leitores.


MEC: Bolsa para professor se tornar alfabetizador será de R$ 200,00


 MEC (Ministério da Educação) divulgou hoje (7), em portaria publicada no Diário Oficial da União, o valor máximo das bolsas para os profissionais da educação participantes da formação continuada de professores alfabetizadores no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.

As redes municipais e estaduais têm que aderir ao programa para receber recursos e o apoio técnico do Ministério da Educação.

O pacto - coordenado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC – é um acordo formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios para a alfabetização de crianças até os 8 anos de idade.

A iniciativa foi lançada em novembro do ano passado pela presidente Dilma Rousseff.

Os valores são R$ 200,00 mensais para o professor alfabetizador; R$ 765,00 para o orientador de estudo; R$ 765,00 para o coordenador das ações do pacto nos estados, Distrito Federal e municípios; R$ 1.100,00 para o formador da instituição de ensino superior; R$ 1.200,00 para o supervisor da instituição de ensino superior; R$ 1.400,00 para o coordenador adjunto da instituição de ensino superior; e R$ 2.000,00 para o coordenador-geral da instituição de ensino superior.


fonte:  Gabriel Palma- Da Agência Brasil  

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

CONVIVA EDUCAÇÃO -SITE DE TREINAMENTOS PARA NOVOS GESTORES E EDUCADORES FOI LANÇADO PELO MEC HOJE



Neste começo de ano, no mínimo 70% dos mais de cinco mil municípios brasileiros recebem novos secretários de educação, com ou sem experiência em gestão pública, é o que calcula a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). De acordo com a presidente da organização, Cleuza Repulho, a falta de informações e registros sobre as secretarias e seus programas dificulta esse processo de transição.

Para auxiliar o trabalho das secretarias municipais de educação a administrar sua rede ensino, possibilitando o foco na eficácia da aprendizagem, a Undime, em parceria com outras 12 instituições, lança a plataforma digital Conviva Educação.

Lá, os dirigentes terão acesso a documentos, leis, dados educacionais relacionados ao seu município, ferramentas para o planejamento de atividades, formação, troca de experiências e espaço para articulação, além de boas práticas nacionais e internacionais no setor.

As informações estão organizadas pelos temas: Gestão Orçamentária, Calendário Escolar, Demanda Escolar, Alimentação Escolar, Transporte Escolar, Material Pedagógico, Remoção e Atribuição, e também Suprimentos e Serviços Públicos.

“Dentro disso, há dados úteis como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), número de escolas que são atendidas com água fornecida pela concessionária local ou por poço artesiano, por exemplo”, explica Cleuza.

A ideia do site, segundo ela, foi concentrar esforços nas questões cotidianas dos gestores que impactam nas unidades escolares, nos estudantes e na comunidade. “Pautados sempre na transparência, o mais importante é vincular investimento à aprendizagem dos alunos”, acredita.

O acesso ao ambiente virtual é disponibilizado gratuitamente aos dirigentes e outros membros da equipe municipal de Educação. Durante esta semana, os representantes da Undime estarão reunidos para se familiarizarem com o sistema e depois repassarem as orientações aos secretários.

Novos prefeitos devem universalizar acesso à pré-escola até fim do mandato


Clipping - 02/01/13

Do Portal EBC

Os prefeitos empossados neste ano de 2013 terão uma tarefa especial a cumprir até o fim dos seus mandatos, em 2016. Não é promessa de campanha, é lei. É nesta data que terminará o prazo para a universalização da pré-escola, medida prevista em uma emenda constitucional aprovada pelo Congresso Nacional em 2009.

A pré-escola é a etapa anterior ao ensino fundamental e compreende a faixa etária dos 4 aos 5 anos de idade. Antes da mudança na Constituição, o ensino fundamental era a única fase escolar obrigatória no Brasil. Depois da emenda, o ensino passa a ser obrigatório dos 4 aos 17 anos, incluindo a pré-escola, o ensino fundamental e o médio. É dever dos pais matricular seus filhos a partir dos 4 anos e obrigação das redes de ensino garantir a vaga para todos as crianças a partir da mesma idade. O prazo de adaptação à nova regra termina em 2016, por isso os novos prefeitos deverão ter como prioridade em seus mandatos ampliar o número de escolas e vagas na pré-escola.

Os dados mais recentes do IBGE indicam que 1.154.572 crianças de 4 e 5 anos ainda estavam fora da escola em 2010. Apesar do enorme contingente ainda excluído, a matrícula na pré-escola avançou significativamente na última década. Em 2000, apenas 51,4% tinham acesso a educação nesta faixa etária, patamar que saltou para 80,1% em 2010.

“Em qualquer lugar do mundo, ter mais de 1 milhão de crianças fora da escola é muito. E se olharmos quem são essas crianças, é motivo para se preocupar ainda mais. Elas são as mais pobres, com algum tipo de deficiência e moradoras do campo. Esses são grupos que historicamente não têm acesso à escola”, explica Cleuza Repulho, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e também secretária de educação de São Bernardo do Campo (SP).

O custo para as redes municipais garantirem o cumprimento da lei não é baixo. Será preciso construir mais escolas e contratar mais profissionais, além dos gastos necessários para manter as estruturas em funcionamento. Cleuza aponta que alguns municípios avançaram mais na cobertura da pré-escola porque se planejaram e organizaram a ampliação da oferta. Mas boa parte deles precisarão de mais recursos para conseguir cumprir a lei.

“Se a gente reconhece que 80% dos municípios brasileiros não têm arrecadação própria e vivem de repasse dos governos federal e estadual, a gente tem a clareza de que sem novos recursos não é possível ampliar a oferta”, destaca.

A creche é a etapa escolar responsável por atender crianças com até 3 anos de idade – na sequência elas são encaminhadas à pré-escola. Entretanto, ela não é obrigatória. Por isso, o acesso das crianças à creche é ainda menor: apenas 23% da população nesta faixa etária frequentava a escola em 2010

Fonte http://portal.aprendiz.uol.com.br/2013/01/02/prefeitos-precisam-comecar-em-2013-a-criar-14-milhao-de-vagas-para-as-criancas-de-4-e-5-anos/

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Encontro de Prefeitos 2013

Encontro de Prefeitos e Gestores realizado hoje, 29 de janeiro de 2013, por meio do Ministério da Educação, contou com a presença da Presidenta Dilma e principalmente do Ministro da Educação Aluisio Mercadante.

"O Ministério da Educação ofereceu aos prefeitos eleitos e gestores municipais um levantamento informatizado de todos os programas do ministério que podem melhorar a qualidade da educação no município.
O site  http://encontroprefeitos2013.mec.gov.br/ apresenta programas , e um
Relatório de Ações e o Painel Público com dados específicos sobre cada um dos municípios do país."

Ministério da Educação recebe solicitação de Prefeitos para que professores tenham direito à merenda

O Ministro da Educação Aloisio Mercadante recebeu de prefeitos a solicitação  para que professores da Educação Básica tenham direito a merenda escolar restrita apenas ao alunos da Rede Pública de ensino.


Hoje em encontro com gestores de todo país o ministro fez um discurso sobre as parcerías que estão disponíveis entre o Ministério e os municípios do Brasil

Relata  que a solicitação dos prefeitos constitui que os professores pudessem realizar alimentação junto com os alunos  com a merenda escolar. " (...) E eu acho razoável que eles estão trabalhando e possam comer a mesma merenda que o estudante", afirmou após a fala. "*

 Dois projetos de lei sobre esse assunto já estão tramitando no Congresso Nacional. "Um deles garante à alimentação ao docente "sem prejuízo de auxílio-alimentação ou de quaisquer outros benefícios com semelhante finalidade que possam perceber". A outra proposta dá direito à alimentação dos professores "quando houver alimento excedente".* 


FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/educacao/1222166-mec-apoia-acesso-de-professor-da-educacao-basica-a-merenda.shtml



segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Secretaria de Educação de Casimiro de Abreu prepara evento para Professores


 
 


A volta às aulas em Casimiro de Abreu oficialmente acontecerá em 18 de fevereiro, mas antes disso, a Secretaria Municipal de Educação se prepara para uma série de atividades de planejamento e palestras motivacionais. No próximo dia 31, a secretária Sônia Coelho se reunirá com diretores de escolas e equipe de profissionais na Fundação Municipal (Sítio Agrícola), às 9h30, para abordar vários temas.
Na ocasião, os participantes estarão em contato com a diretora de administração financeira da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Maria Thereza Lopes de Azevedo. “Nós a convidamos por se tratar de uma excelente profissional que está habituada a abordar as ferramentas de motivação. A área de educação exige profissionais capacitados e também entusiasmados com o trabalho”, comentou Sônia Coelho.
No dia 1º de fevereiro, os professores da rede municipal de ensino retornarão às escolas para dar início ao programa de volta às aulas. Um outro encontro está previsto para acontecer no dia 5, para a abertura do período letivo e realização de palestra com o professor convidado José Augusto Abreu Aguiar. “Ele foi secretário de Educação em Macaé e dá aulas na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé (Fafima). As palestras acontecerão na sede do município e também em Barra de São João. O objetivo é oferecer aos professores mais estímulo e capacitação nas suas atividades”, concluiu a secretária de Educação.
Publicado em 24/1/2013 site www.casimirodeabreu.rj.gov.br

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Presidente Dilma oferece a prefeitos creches e pré-escolas




A presidente Dilma Rousseff anunciará na semana que vem, em novo encontro com prefeitos a abertura de novas inscrições para municípios de todo o país solicitarem a construção de creches, pré-escolas e quadras esportivas. A medida faz parte da promessa da presidente de entregar pelo menos 6 mil creches até o fim de 2014, quando termina o seu mandato.





Esta proposta foi lançada governo Lula. O MEC admite o problema de lentidão das prefeituras em construções de creches e pré-escolas,  e deverá finalizar, nas próximas semanas, uma licitação para construção das unidades em menos tempo, com a utilização de estruturas pré-montadas.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, diz que será possível reduzir o prazo de construção dos atuais 18 meses para 6 meses, agilizando o programa. Nos dois primeiros anos do governo Dilma, o MEC firmou contratos com prefeituras para erguer 3.016 unidades, no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

O número de creches já concluídas, porém, não passa de algumas dezenas. Considerando as unidades contratadas ainda no governo Lula, foram entregues 728 na atual gestão. Em 2013, está prevista a assinatura de 1,5 mil novos contratos.

— Dependemos fundamentalmente da gestão das prefeituras — diz Mercadante.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/educacao/dilma-oferece-prefeitos-creches-pre-escolas-7373847.html#ixzz2IpJZSEMG

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Brasileiro está a um passo de se tornar o melhor professor dos Estados Unidos.

O brasileiro Alexandre Lopes foi selecionado um dos quatro finalistas escolhidos entre todos os estados norte-americanos para concorrer ao titulo de “Melhor Professor do Ano” dos EUA. A decisão sai daqui a três meses.

Os demais candidatos são professores do colegial nas áreas de exatas, inglês e música nos estados de Washington, Maryland e New Hampshire.

O brasileiro, único finalista professor de jardim de infância, desenvolveu um programa de inclusão que já abocanhou os prêmios de “Melhor Professor do Ano” do condado de Miami-Dade, em março, e do estado da Flórida.


Alexandre Lopes com alguns de seus alunos na escola Carol City Elementary. Foto de Carla Guarilha. egenda

Agora, o petropolitano pode se tornar o maior representante de educação dos Estados Unidos da América.

O prêmio “National Teacher of the Year” ou Melhor Professor do Ano Nacional, foi constituído em 1952 e é o mais tradicional e respeitado na área de educação aqui.

Será entregue ao finalista em abril pelas mãos do Presidente Barack Obama numa cerimônia na Casa Branca, sede do governo americano.

Nesta entrevista exclusiva ao Direto de Miami, Alexandre Lopes conta como conquistou o título estadual, como sua vida mudou no último ano desde que se tornou o “Embaixador da Educação” da Flórida e onde quer chegar.


Alexandre Lopes é finalista para Melhor Professor do Ano dos Estados Unidos em 2013 from Chris Delboni on Vimeo.

ENTREVISTA:

Direto de Miami: Como o título de Melhor Professor do Ano da Flórida transformou sua vida?

Alexandre Lopes: É tanta mudança que é difícil saber por onde começar. Me tornei um palestrante, e em três meses, já fui o palestrante principal para um público de 300 pessoas em eventos que reúnem estudantes, catedráticos, políticos e pessoas influentes na área de educação, às vezes até mesmo da economia local. Há menos de um ano, meu público eram meus alunos de 3, 4, 5 anos de idade. Me surpreende que as pessoas queiram me escutar – escutar o que eu tenho a dizer. Fico feliz de ter me tornado uma pessoa capaz de motivar os outros, de inspirar os outros a encontrarem dentro deles o que eles tem de melhor para o mundo educacional e o mundo em geral.

DM: Qual sua mensagem principal?

AL: Sou um imigrante que vim para os Estados Unidos aos 26 anos de idade, aprendi o inglês, que não é minha língua materna. Acho que isso tem um poder muito grande, porque fala para os imigrantes deste país, dos Estados Unidos, cujos filhos estão agora também na escola e em busca do sonho americano, fala para os americanos em si que estão educando os filhos de imigrantes. Como imigrante, como latino, ter vencido, é uma mensagem muito importante.


Em sua casa em Miami, com seus troféus ao lado. Foto de Carla Guarilha.

DM: Quem era o Alexandre antes dessa premiação e quem é o Alexandre hoje?

AL: Eu sinto que cresci muito. O que me deixava feliz era trabalhar com crianças de 3 a 5 anos de idade, num sistema de inclusão total, numa área onde meus alunos eram imigrantes, minorias étnicas e raciais, estudantes com autismo em um sistema sem preconceitos. Terminei meu mestrado, estava fazendo o doutorado e trabalhava com projetos para desenvolver a qualidade de ensino. Mas eu não era uma pessoa pública. Agora represento o Departamento de Educação da Flórida. O meu título de “Embaixador para Educação” é regido pela lei do estado da Flórida.

DM: O senhor parece lidar muito bem com essa sua nova condição de pessoa pública. Como chegou intimamente a essa maturidade?

AL: Acho que é importante que as pessoas vejam que eu lutei para chegar onde estou, não só profissionalmente mas como pessoa. Eu fiz um processo terapêutico com a [psicóloga brasileira] Rosane Wechsler aqui em Miami e foi muito bom. Através de um processo de autoconhecimento, ela fez com que eu deixasse de lado incertezas e inseguranças e tivesse confiança com relação às minhas decisões e vontade de vencer, não só de uma maneira pessoal como também de forma profissional. Eu aprendi a aceitar minhas diferenças.

DM: Hoje sua voz está transformando muita coisa na área de educação.

AL: Acho que minhas ideias são um pouco inovadoras – mas a maneira pela qual eu as exponho, eu as expresso, faz com que as pessoas não se sintam intimidadas por elas.


Alexandre escorrega com seus alunos no "playground" da escola. Foto de Carla Guarilha.

DM: O que o senhor acha que trouxe na sua trajetória de vida para chegar nesse momento?

AL: Eu vou a luta. Não gosto de escutar quando as pessoas falam, ‘você é uma pessoa inteligente’. Você pode ser a pessoa mais inteligente do mundo, mas se você não faz seu dever de casa, você não vai chegar em lugar algum.

DM: Inclusão seria uma palavra para descrevê-lo?

AL: Seria uma inclusão gerada através de uma aceitação social. Minha luta é de uma aceitação social. Todas as pessoas tem seu potencial único e que bom que é único. O que aconteceria se não houvesse polêmica e ideias diferentes das nossas? Será que cresceríamos? Acho que é isso, uma aceitação social, total e irrestrita para que as pessoas acreditem em si, gostem de si e cheguem ao seu potencial, seja ele qual for.


A aluna de Alexandre foi correndo lhe dar um abraço assim que o viu. Foto de Carla Guarilha.

DM: E foi isso que os membros do comitê de seleção da Florida viram no senhor e acha que podem ver na decisão final do titulo de professor do ano de todo o país?

AL: Acho que eles viram em mim uma pessoa capaz de inspirar nos outros e de motivar os outros a buscarem o sonho americano através da educação.

DM: E agora? Qual o futuro do Professor do Ano da Flórida de 2013, e quem sabe dos Estados Unidos?

AL: Já tive convites de filiar-me à universidades, e estou fazendo um malabarismo para terminar o doutorado o mais rápido possível. Se quiser posso voltar para sala de aula. Mas não sei se seria exatamente aonde eu faria a maior diferença. Eu já esperao me tornaria um professor universitário, trabalhando com pesquisas e ensinando a outras pessoas o que levou a tornar-me professor do ano. Me vejo como um mediador de ideias. Acredito nas minhas ideias mas estou sempre aberto a escutar as ideias dos outros.

DM: Sete palavras para descrever um professor de sucesso:

AL: Eduque-se, informe-se, acredite-se, ame-se, apaixone-se, entregue-se e libere-se.

DM: Qual o segredo do seu sucesso?

AL: Muito esforço, auto-aceitação e amor ao próximo.




 Fonte na íntegra : Por Chris Delboni | Coluna Direto de Miami (http://colunistas.ig.com.br/diretodemiami)
Fotos de Carla Guarilha

Programs e Recursos Federais que o Município de Rio das Ostras recebe


O município de Rio das Ostras recebe recursos do Ministério da Educação por meio de programas realizados nas  ações do  Plano de Desenvolvimento da Educação-  PDE .

O municípo é responsável formalmente pela Educação Básica até o 9º ano do Ensino Fundamental.  Uma atribuição que faz dele um  ente federativo parceiro direto do Ministério da Educação na aplicação  de suas políticas e programas: da formação de professores à construção de infraestruturas, do livro didático à alimentação escolar, do transporte à biblioteca na escola. Por meio do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), o Ministério da Educação oferece ao município programas que atendem as necessidades e condições para uma educação pública de qualidade. Os recursos federais são repassados aos municípios, que, ao aderirem às ações do PDE, assumem a tarefa de aplicá-los corretamente e de cumprir as metas de qualidade para a educação pública brasileira, medidas pelo Ideb.*

Veja abaixo os programas que o Município de Rio das Ostras participa, conforme informado pelo painel informativo do MEC- o SIMEC:

  • Acordo de Gratuidade com Sistema S
  • Brasil Alfabetizado
  • Caminho da Escola
  • Censo da Educação Básica
  • Censo da Educação Superior
  • Escola Acessível
  • FIES
  • Mais Educação
  • PDDE
  • PDE-Escola
  •  PNAE
  • PNATE
  • PNBE
  • PNLA e PNLD EJA
  • PNLD
  • PNLEM
  • ProInfância
  • PROINFO Integrado - Infraestrutura
  • Prova Brasil
  • Rede Federal de Educação Superior/REUNI
  • Sala de Recursos Multifuncionais
  •  Sistema UAB Universidade Aberta do Brasil 
Acompanhe nossas publicações semanais em que iremos detalhar cada ação e atribuição dos referidos programas, e como cada um deles chega as escolas e, de forma geral à população.

Fonte: www.mec.gov.br

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Prefeitura de Macaé apresenta propostas para a Educação Infantil

A Prefeitura de Macaé por meio da Secretaria de Educação, em reunião com Educadores e Gestores, apresentou as novas propostas e plano de metas para a Educação Infantil.
"A equipe de gestão da Educação Infantil atuará integrada às demais subsecretarias de Educação. Por isso, passará a contar com o apoio do quadro dos Contadores de Histórias, do Programa de Leitura e da Equipe Multiprofissional de Apoio à Aprendizagem, vinculados ao Ensino Fundamental, além da equipe da Educação Integral.

Ainda durante o encontro, foi anunciada a ampliação do número de orientadores educacionais, pedagogos, professores orientadores e supervisores na rede. Também foram divulgadas as oficinas que serão oferecidas para gestores das unidades de ensino, professores e auxiliares, na segunda semana de fevereiro em três escolas, reforçando a formação continuada como uma das prioridades."


Fonte: http://www.macae.rj.gov.br/semed/leitura